Mais uma vez um calendário se fecha. Para outro se erguer. Ao menos, nos corações e mentes de bilhões de seres que acreditam na possibilidade da mudança e da renovação. Um simples pulo de um ponteiro, de um objeto tão antigo e ainda tão usual chamado relógio, de repente nos dá a vaga sensação não de dominar, mas ao menos de domar o tempo. Ampulheta, areia caindo lentamente no interior de um recipiente de vidro, também pode criar parâmetros para o tempo. O sol, projetando sua luz num corpo paralisado, cria através dos movimentos de sua sombra, as noções do tempo. A lua, mudando suas formas no escuro da noite, movida pelas leis da astrofísica nos dá a noção do tempo. Do frio e do calor. Da água e do vento. Assim passa o tempo. Como um locutor de futebol dizia num antigo rádio da memória, as cortinas se abrem e começa o espetáculo. E o tempo passa. A arte de viver. Fecha-se 2010, abre-se 2011. Para os mais céticos, fica a máxima do escritor italiano Giuseppe Tomassi Di Lampeduza: “É preciso mudar para que tudo continue como está”. Ou coisa parecida, caros puristas. O falso puritanismo é que não pode.
O Instituto Bel France irá completar 10 anos de vida na cidade de São José dos Campos, no ano que agora se deslumbra. Dez anos de lutas e alegrias, mostrando que nem tudo que apenas transparece no ser humano em geral, particularmente do gênero masculino, passa pela vulgaridade. Mostrando que a qualidade de vida de um homem batalhador, elegante e persistente, não requer , mas quase obriga, que sua hora, seu momento diário, a vida por ele traçada, o trate com o respeito devido. Sem cabotinismo, nós do INSTITUTO BEL FRANCE, nos consideramos especiais. Nós, conjugação de um todo: massagistas, recepcionistas, arrumadeiras, manobristas, seguranças e claro, os responsáveis, não pelo poder , mas pela crença inabalável num projeto diferenciado.
Enfim: assim foi e assim será! Um lindo Natal e um maravilhoso final de ano para todos vocês que hoje são bem mais que simples clientes, tornaram-se amigos diletos. Falando sério: vocês representam a chamada cereja do bolo da nossa casa. E nós sempre estaremos buscando inovações na busca pelo aprimoramento. Com ética, elegância e dignidade. De coração, somos gratos! De coração, estamos aí! Trabalhando com dedicação e amor, assim traduzido pelo poeta gaucho Mario Quintana:
“Fechei os olhos para não te ver/ E a minha boca para não dizer/ E dos meus olhos fechados desceram/ lágrimas que não enxuguei/E da minha boca fechada nasceram sussurros/E palavras mudas que te dediquei/O amor é quando a gente mora um no outro.
VIVA TODOS VOCES!
VIVA 2011!
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